quarta-feira, 23 de novembro de 2016

 Dor!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Sombras no asfalto


Tá lá o corpo estendido no chão.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Luzes & sombras

Luz que entra e sai,
sombra que aparece e some,
luzes e sombras não definem nem escondem.
Onde o começo inicia no fim e o fim nunca termina...

toninho - outubro 2015
https://issuu.com/toninhocarlosoliveira/docs/luzes___sombras

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Teoria das cores multimídia e simples

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Tirar fotos – Win Wenders

Bater fotos é uma ação no tempo na qual alguma coisa é arrancada de seu próprio tempo e transferida para um tipo diferente de duração.  Em geral se acredita que o que é capturado nesse ato está DIANTE da câmera.  Mas isso não é verdade.  Tirar fotos é uma ação em duas direções:  para a frente e para trás. Sim, tirar fotos também "sai pela culatra". Essa comparação nem é tão capenga. Assim como o caçador ergue sua espingarda, faz pontaria no cervo a sua frente, puxa o gatilho e, quando a bala sai do cano, é jogado para trás pelo coice da arma, o fotógrafo, analogamente, é jogado para trás, para si próprio, quando aperta o botão da câmera. Uma fotografia é sempre uma imagem dupla, mostrando, à primeira vista, seu objeto, mas, num segundo olhar - mais ou menos visível, "escondido atrás dela", por assim dizer -, o "contracampo": a imagem do fotógrafo em ação. Porém, assim como o caçador não é atingido pela bala, mas apenas sente o coice do disparo, essa contraimagem contida em toda fotografia tampouco é capturada pelas lentes. (Embora de algum modo permaneça inextricavelmente na imagem, como uma impressão invisível do fotógrafo, que até chega a ser revelada na química da câmara escura....)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Proporção Áurea - Walt Disney